O que você vai ver nesta publicação?
- O impacto real da inadimplência no cenário pós-pandemia.
- Por que táticas de cobrança antigas afastam o pagamento.
- A diferença de uma cobrança assinada por um advogado especialista.
- Como transformar dívidas perdidas em redução de impostos.
- Perguntas frequentes sobre recuperação de crédito.
A inadimplência é, sem dúvida, um dos maiores vilões do caixa de qualquer Pequena e Média Empresa (PME). No cenário econômico atual, especialmente no pós-pandemia, esse risco se tornou ainda mais acentuado. Empresários que não tratam seus créditos pendentes com profissionalismo e técnica estão, literalmente, deixando dinheiro na mesa todos os dias.
A boa notícia é que existe uma diferença brutal entre uma “cobrança chata” e uma recuperação de crédito estruturada. Quando conduzido de forma técnica, o processo não apenas recupera valores, mas protege a saúde financeira do seu negócio.
O Erro das Cobranças Padronizadas
Grande parte das empresas de cobrança do mercado ainda atua com táticas ultrapassadas e pouco eficientes. Elas pressionam o devedor com:
- Juros indevidos ou abusivos;
- Ameaças vazias que não se concretizam;
- Modelos de script padronizados (robôs).
O resultado dessa abordagem é desastroso: o credor perde tempo, gasta dinheiro e desgasta irreversivelmente a relação comercial. Além disso, essa postura agressiva sem embasamento afasta a possibilidade de um acordo amigável.
A Diferença da Cobrança Jurídica com o Dr. Jefferson Rodrigues
No escritório Cobralit, sob a liderança do Dr. Jefferson Rodrigues, a lógica é inversa. Nossa cobrança é direta, fundamentada e carrega a autoridade de quem domina os procedimentos legais.
Autoridade que Gera Pagamento
Quando um devedor recebe uma notificação assinada por um advogado especializado, a percepção muda imediatamente. Ele entende que a dívida é séria e que a judicialização é um passo real e iminente. Essa postura coloca o credor em uma posição de força na negociação.
Cobrança Limpa e Justa
Aplicamos apenas os encargos realmente devidos. Isso elimina discussões desnecessárias sobre “valores abusivos” e foca no que importa: como e quando o pagamento será feito. Isso acelera o fechamento de acordos e aumenta a taxa de recuperação.
Transformando Prejuízo em Benefício Fiscal
Um ponto crucial que muitos empresários ignoram é a gestão tributária da inadimplência. Mesmo quando o devedor não paga, uma cobrança bem documentada e executada juridicamente permite converter esse prejuízo em benefício fiscal.
Com a comprovação correta da perda, é possível abater valores na apuração do Lucro Real, reduzindo a carga tributária da sua empresa. Ou seja: você deixa de pagar impostos sobre um dinheiro que não recebeu.
Prevenção: A Melhor Forma de Cobrar
Mais do que atuar no problema já instalado, o Dr. Jefferson Rodrigues orienta clientes na blindagem contratual. Estruturar títulos de crédito corretos e ter contratos sólidos previne calotes futuros e garante que, se a cobrança for necessária, ela será rápida e eficaz.
Perguntas Frequentes sobre Recuperação de Crédito
1. Qual a diferença entre cobrança extrajudicial e judicial?
Resposta: A cobrança extrajudicial (ou amigável) ocorre sem processo no tribunal, através de notificações, ligações e negociações diretas focadas em acordo. A cobrança judicial é quando acionamos a Justiça para obrigar o pagamento, podendo envolver penhora de bens e bloqueio de contas do devedor.
2. É melhor contratar uma empresa de cobrança ou um escritório de advocacia?
Resposta: Um escritório de advocacia traz mais autoridade. O devedor tende a ignorar empresas de call center, mas prioriza o pagamento quando recebe uma notificação formal de um advogado, pois teme as consequências legais imediatas, como um processo judicial.
3. Minha empresa pode recuperar o imposto pago sobre uma nota não recebida?
Resposta: Sim, mas depende do regime tributário (geralmente Lucro Real) e da correta documentação da cobrança. É necessário provar que houve esforço de cobrança e que a dívida é incobrável para lançá-la como despesa e abater no Imposto de Renda e CSLL.
4. Vale a pena cobrar dívidas antigas?
Resposta: Depende da data de vencimento e do valor. Dívidas prescrevem (perdem a validade de cobrança judicial) geralmente em 5 anos. No entanto, uma análise técnica pode revelar se ainda há viabilidade de recuperação extrajudicial ou se a dívida pode ser usada para abatimento fiscal.
Neste artigo, vimos que tratar a inadimplência sem estratégia é um erro que custa caro às PMEs. Diferente das cobranças padronizadas, a atuação jurídica do Dr. Jefferson Rodrigues utiliza a autoridade legal para acelerar pagamentos e aplicar apenas encargos justos. Além de recuperar o crédito, uma gestão profissional permite transformar dívidas não pagas em benefícios fiscais e blindar a empresa contra futuros calotes através de contratos mais seguros.






